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BATMAN BEGINS (2005) Dublado / MEGA / Minhateca 01 / 02 / 03 / 04

Baseado nos quadrinhos Batman: Ano Um, criados por Frank Miller no final dos anos 80, Batman Begins traz aos cinemas um novo herói. Esqueça o Batman de Tim Burton. Esqueça o Batman de Joel Schumacher (agora, mais do que nunca). A quinta aventura, que tem como protagonista o protetor de Gotham City, inaugura uma nova fase na trajetória cinematográfica do herói, criado em 1939, por Bob Kane e Bill Finger, para a DC Comics. Sombrio, adulto e dramático, Batman Begins, dirigido por Christopher Nolan, dá um novo status ao personagem.

A responsabilidade é grande. Afinal, trata-se de um dos personagens mais queridos não somente dos quadrinhos, mas do cinema também. Sua primeira aparição nas telonas foi em 1989, em Batman, dirigido por Tim Burton, que também conduziu a segunda aparição do Homem-Morcego nos cinemas, em 1992 (Batman - O Retorno). Em 1995, foi a vez de Joel Schumacher inserir-se no universo de Batman com Batman Eternamente e, em 1997, Batman & Robin. Este último diretor, inclusive, foi um dos cotados para voltar a dirigir as aventuras de Batman nas telonas, mas seu envolvimento nunca agradou aos fãs. Dos quatro filmes já feitos sobre o herói até Batman Begins, os que menos agradaram foram os de Schumacher.

A trajetória do personagem nos cinemas estava em franca decadência. Batman Begins, no entanto, recomeça a série Batman totalmente desvencilhado das produções anteriores. Christopher Nolan aperta o botão do reset dentro da franquia, trazendo novos elementos ao personagem. Mais do que o terror dos bandidos de Gotham City, este Batman é um homem perturbado. Nolan mostra todos os dramas vividos pelo protagonista, desde a morte de seus pais na infância, evidenciando a humanidade sob a capa preta do herói.

Christian Bale é o quarto ator a viver o Cavaleiro das Trevas nos cinemas. O melhor de todos, no caso, graças ao talento do ator de O Operário. Talento reconhecido, inclusive, não é o que falta em Batman Begins, desde o diretor, o mesmo de Amnésia, até o elenco, que inclui Michael Caine, Liam Neeson, Morgan Freeman, Gary Oldman, Ken Watanabe, Cillian Murphy e Tom Wilkinson. Juntando um time desses fica difícil errar.

Depois do assassinato dos pais quando ainda era um garoto, Bruce cresce em uma cidade que afunda cada vez mais na violência e na corrupção. Mais do que observar a decadência do lugar onde vive, o jovem herdeiro da família mais poderosa de Gotham City pensa em fazer justiça como forma de vingar a morte dos pais. Isso sem contar a culpa pelo crime, que nunca o abandona. De qualquer forma, seu senso de justiça não é parecido com o de Rachel Dawes (Katie Holmes), que se torna promotora pública. Afinal, Bruce sabe que a Justiça como instituição não existe: Rachel raramente tem sucesso ao tentar mandar à prisão os capangas de Falcone (Tom Wilkinson), chefão que comanda o submundo do crime em Gotham City. Especialmente por que Falcone parece receber a ajuda do dr. Jonathan Crane (Cillian Murphy), cuja especialidade é alegar insanidade para poupar os bandidos da prisão. Enfim, Batman quer prender os bandidos no ato do crime e ponto final, ao contrário de sua amiga.

Esse é o panorama que Bruce tem ao voltar a Gotham City, depois de 20 anos afastado da cidade. Antes, ele roda o Oriente a fim de obter treinamento e respostas a tantas dúvidas. Afinal, o Cavaleiro das Trevas é um herói simples, sem os superpoderes de um Homem-Aranha e é também graças a essa preparação que consegue se tornar o salvador da cidade. É isso que ele obtém ao encontrar, de forma misteriosa, Ducard (Liam Neeson), membro da Liga das Sombras, uma espécie de grupo de justiceiros ninjas que vem agindo na região. A proposta do grupo, liderado por Ra's Al Ghul (Ken Watanabe), parece ser a mesma de Bruce: capturar bandidos, mas eles são um pouco mais radicais em seus meios. De qualquer forma, é com Ducard que nosso herói aprende não somente técnicas de artes marciais e ninjas, mas também como controlar e canalizar seus sentimentos - como medo e desejo de vingança - a fim de chegar a seus objetivos.

De volta à cidade, Bruce não reencontra somente seus velhos amigos, como Rachel e o mordomo Alfred (Michael Cane), mas também todos os criminosos que pretende desmascarar. Com a ajuda de Alfred e de Lucius Fox (Morgan Freeman), funcionário das Indústrias Wayne, consegue todos os aparatos inseridos nessa guerra do jovem Wayne contra a bandidagem de Gotham City, incluindo o sensacional Batmóvel. Encarando sua maior fobia, relacionada a morcegos, Bruce vira Batman, o herói que age nas noites de Gotham assustando bandidos e intimidando a polícia, de onde sai um dos grandes aliados do protagonista, o tenente (que depois vira comissário) Gordon (Gary Oldman).

O roteiro de Batman Begins dá maior valor ao drama, aos sentimentos sombrios do personagem. No entanto, ainda há espaço para grandiosas cenas de ação e algumas piadinhas espertas. Provando que se trata de um filme para adultos, não simplesmente mais uma adaptação pop dos quadrinhos para os cinemas, a trilha sonora, composta por Hans Zimmer e James Newton Howard, é totalmente instrumental. No disco, não há espaço para canções comerciais, como foi o caso de Homem-Aranha, por exemplo. A música, inclusive, é o único abuso que pode ser apontado como defeito em Batman Begins. A trilha sonora é recorrente demais, chegando a incomodar em algumas horas. Nada que chegue a depreciar fatalmente o longa-metragem.

De qualquer forma, trata-se de um filme do Batman completamente independente dos anteriores. Maduro, cheio de boas atuações, muito bem dirigido e roteirizado, Batman Begins é não somente "mais um filme do Batman", mas "o filme". Sem querer desmerecer os filmes anteriores - especialmente os de Tim Burton, dos quais sou fã -, é preciso admitir que esta aventura do Homem-Morcego é superior em sua narrativa. Por isso, tem tudo para iniciar uma nova série de filmes, estrelada pelo Cavaleiro das Trevas. Pelo menos é o que anuncia o próprio roteiro do filme, que dá sinais de qual será o próximo grande vilão enfrentado por Batman. Por enquanto ainda não há nada confirmado, uma vez que os produtores ainda precisam saber se, realmente, trata-se de um sucesso também de público. Mas, se depender do que vi na tela, os espectadores vão, sim, pedir Christian Bale sob a capa do Homem-Morcego novamente. 

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A FANTÁSTICA FÁBRICA DE CHOCOLATE (2005) / Dublado

A primeira vez que o livro infantil A Fantástica Fábrica de Chocolate, escrito por Roald Dahl e publicado em 1964, ganhou as telas foi em 1971. A versão, dirigida por Mel Stuart, tornou-se um clássico do cinema. E, você sabe, refilmar um clássico nunca é fácil. Aí é que está a questão: A Fantástica Fábrica de Chocolate, de Tim Burton, não é uma refilmagem do longa de 1971, mas sim uma versão cinematográfica da história escrita por Dahl. Por isso, é importante se afastar de qualquer lembrança do filme anterior e entrar de cabeça nesse mundo mágico criado por Burton, certamente o cineasta ideal para esta adaptação.

A figura central de A Fantástica Fábrica de Chocolate é Charlie Bucket (Freddie Highmore, de Em Busca da Terra do Nunca), um garoto tão pobre que mora em uma casa torta e come sopa de repolho todos os dias. Ele mora com seus pais (vividos por Helena Boham Carter e Noah Taylor) e quatro avós que não saem da cama. Um deles, o vovô Joe (David Kelly), já trabalhou na fábrica mais mágica da cidade, a de Willy Wonka (Johnny Depp), um excêntrico fabricante de doces que cria os mais malucos e inventivos do planeta. E é por sua figura que Charlie é fascinado. Seu sonho é conhecer a fábrica, mas sabe que nunca conseguirá, pois há anos ninguém nunca viu Willy Wonka sair de lá, ou mesmo alguém ultrapassar seus portões. Até que o empresário lança um concurso mundial: em cinco barras de seu chocolate, o Wonka Bar, há escondido um tíquete dourado que dá ao premiado o direito de visitar a fábrica. Cinco crianças serão as felizardas e Charlie sonha ser uma delas. Mas ele nunca come uma Wonka Bar, somente em seu aniversário. Enquanto crianças no mundo inteiro compram milhares e milhares de barras de chocolates, o bom e pobre menino tem poucas chances de conseguir o prêmio. Mas não é segredo para ninguém que ele consegue o último tíquete dourado graças a um tremendo golpe de sorte.

Acompanhado do vovô Joe, Charlie junta-se às cinco crianças que também encontraram o grande prêmio. Da Alemanha temos Augustus Gloop (Philip Wiegratz), um menino glutão apaixonado por chocolate. Veruca Salt (Julia Winter) é uma menina mimada de dar raiva que só conseguiu a entrada à fábrica de Willy Wonka por que o pai comprou a maior quantidade de Wonka Bars que conseguiu para satisfazer os desejos da filha. Já Violet Beauregarde (AnnaSophia Robb) tem uma mãe (Missi Pyle, de Peixe Grande e Suas Histórias Maravilhosas) que a educou para ser uma "vencedora" (daquelas que ganham todas as competições das quais participa e são extremamente competitivas). O quinto amiguinho nessa jornada é Mike Tavee (Jordan Fry), o tradicional "pirralho chato". Viciado em videogame, acha que sabe de tudo. É um típico exemplo dessas crianças modernas que são educadas por jogos eletrônicos e internet. Todos têm seus enormes defeitos de criação, exceto Charlie. Ele é aquela criança pobre, porém educadinha: respeita as outras pessoas, não é competitivo e divide tudo que pode. Sabendo que a promoção de Willy Wonka serve como avaliação do caráter de cada um dos visitantes, um por um eles vão sendo "eliminados" nas salas da fábrica, cujos trabalhadores (incluindo vovô Joe) foram demitidos para dar lugar aos fiéis Oompa-Loompas (todos vividos por Deep Roy), que ao menos não vendem aos concorrentes as fórmulas secretas de Willy Wonka como os antigos funcionários.

A Fantástica Fábrica de Chocolate é uma deliciosa fábula infantil capaz de encantar aos adultos da mesma forma que fascina os pequenos. No mundo fantástico de Willy Wonka (exageradamente freak como um Michael Jackson da vida) as crianças "estragadas" não têm vez. Charlie, o garoto pobre e cheio de sonhos, é a prova de que luxo e mimos não são suficientes para criar uma criança, muito pelo contrário. O que pode soar como lições de vida batidas e óbvias tornam-se divertidas em meio a tantas cores e engenhocas da fábrica de Wonka. Que, por sua vez, é cheio de traumas relacionados ao pai (Christopher Lee). Mais do que doces e animais de estimação exóticos, o que deveria importar para as crianças de A Fantástica Fábrica de Chocolate é a família, base do caráter de qualquer um. E é esse o tesouro de Charlie Bucket.

De qualquer forma, é impossível não cair na comparação entre esta e a primeira versão do livro. As cores psicodélicas continuam nos cenários, "turbinados" com as novas engenhocas apetitosas de Willy Wonka. A trilha sonora de Danny Elfman, antigo colaborador de Burton, é mais atual e menos presente se comparada à versão original. O destino dos personagens é basicamente o mesmo, mas algumas passagens não existem nesta versão, assim como os flashbacks - como o que conta parte da infância de Wonka - foram acrescentados. Entendo que o filme pode parecer um pouco piegas demais. E é. Afinal, trata-se de uma história infantil e moralista. Mas o papel de Tim Burton é torná-la atrativa e divertida, o que ele consegue com sucesso, mais uma vez, provando ser um cineasta que entende como ninguém como tornar concreta uma fábula como esta.

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O Gosto da Vingança (2005) Dublado

Gosto muito de como os coreanos são explícitos na violência que mostram. Gosto mais ainda porque acho que eles conseguem ser agressivos de um modo artístico; o impacto provocado é muito diferente de outros tipos de violência, como, por exemplo, aquela a que somos apresentados em Irreversível. A vingança do título se refere àquela que o personagem Kim Sun-woo opta por fazer depois de ser severamente punido por descumprir uma ordem do seu chefe direto. O mafioso desconfiava que a sua namorada tinha um amante e incumbiu Sun-woo de vigiá-la; se as suas suspeitas se confirmassem, ele deveria matar tanto a garota quanto o amante dela. Diante dessa verdade, Sun-woo opta por não matá-los e lhes propões que jamais se vejam de novo. Tal atitude, no entanto, faz com que ele se torne alvo da ira do chefe.
Estando bem longe dos filmes de coreanos que vimos na TV, onde o entretenimento predominante é uma série equivocada de chutes, socos e onomatopéias estranhas, O Gosto da Vingança é embasado numa qualidade muito mais artística e profissional. Desde o começo já fiquei impressionado com a qualidade técnica da fotografia, que é muito bem elaborada e proporciona ao espectador uma visão muito nítida e clara de tudo o que acontece. A fotografia é tão boa que até contrasta com o que vemos em cena, principalmente quando o que é mostrado são as lutas. Decerto a sonoplastia também tem uma função muito poderosa, já que, aliada à fotografia, permite que o espectador quase se sinta em cena. Gosto principalmente do momento final em que há uma mistura excelente de cores, sons e ritmo – tanto pela cena em si quanto pela trilha sonora, que embala muito bem uma impactante cena de chacina.
Ainda que eu tenha gostado do enredo – e do filme como um todo -, não penso que o ponto forte do filme seja a sua história. De certo, é bastante comum o que vemos e até mesmo convencional, já que segue a linearidade padrão dos filmes de vingança: o mocinho toma uma atitude que pensa ser a certa e acaba descobrindo o quão inconveniente pode ser quando se desrespeita uma regra. Depois, dá a volta por cima ao promover uma verdadeira vingança contra aqueles que lhe fizeram mal. Já vimos isso em muitos filmes, só para citar alguns: Kill Bill, Gladiador, A Vingança de Jennifer e todos do Chuck Norris. É claro que é a abordagem que torna esses filmes diferentes e os dois primeiros que eu citei – que foram respectivamente dirigidos por Tarantino e por Ridley Scott – são amostras de que histórias já muito mostradas podem ser muito interessantes. O Gosto da Vingança atinge mais o espectador por aquilo que ele vê e ouve, tal como comentei no parágrafo acima. A história também tem o seu lado interessante, mas definitivamente fica aquém do mérito conquistado pelos elementos técnicos já citados.
A direção de Kim Jin-Woon me pareceu boa, principalmente porque ele soube como escolher entre os melhores ângulos e quais os melhores modos de captar a essência do seu filme. A vingança de Sun-woo é compartilhada com o espectador e muito disso se deve à direção eficiente e à boa atuação de Lee Byung-hun, ator principal do filme. Considerando essa obra como um todo, não me restam dúvidas de que seja mesmo uma produção muito válida e que merece ser vista, porque nela estão inclusos elementos que fazem com que um filme possa assumidamente ser chamado de bom. Recomendo que o vejam, desde que estejam preparados para uma boa dose de violência explícita, que inclui pauladas no rosto, esmagamento de membros e balas na cabeça.

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DEITE COMIGO (2005) Dublado

Já repararam como é difícil ver um filme canadense de qualidade no nosso circuito? Numa rápida varrida na memória, só consigo me lembrar de As Invasões Bárbaras. De qualquer maneira, se você nunca viu uma boa produção feita no Canadá até agora, não vai ser com Deite Comigo que isso vai acontecer.

A história - bem ralinha - fala de Leila (Lauren Lee Smith), uma garota que tenta preencher o vazio de sua vida conquistando vários parceiros sexuais. Até o dia em que, no banheiro de uma festa, ela conhece David (Eric Balfour) e se apaixona pelo rapaz. A paixão é recíproca, mas o medo de ser feliz e entrar de cabeça na relação faz com que Leila passe por muitos medos e inseguranças.

O roteiro da estreante Tamara Berger (a partir de seu próprio livro) se apóia quase que totalmente nas cenas de sexo - algumas explicitas - para tentar segurar o interesse pela trama. O filme se desenvolve em clima de "pornô chique", misturado com influências do cinema americano independente. Porém, Deite Comigo tem muito pouco a dizer e acaba se constituindo numa opção bem descartável.

 

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Assalto à 13ª DP (2005) Dublado

 Vamos aos fatos: Assalto à 13ª DP não traz nenhuma originalidade, especialmente por ser refilmagem do filme homônimo de 1976, dirigido por John Carpenter (Halloween). Mesmo assim, é a primeira faísca de destaque dentro do gênero policial neste ano.

O ex-detetive Jake Roenick (Ethan Hawke), após ser ferido em uma ação contra traficantes, decide atuar em um distrito policial nos EUA. Completamente sem presos, o lugar está prestes a ser desativado. Durante uma passagem de Ano Novo, alguns funcionários são obrigados a passar o plantão junto a Jake, como o experiente tenente Brian (Jasper O'Shea), que em breve conseguirá sua aposentadoria, a secretária Íris (Drea De Matteo) e a chefe de polícia Alex (Maria Bello). Na estrada, um grupo de criminosos que deve ser transferido recebe ordens para passar o reveillon no distrito de Jake, pois uma forte nevasca ataca a região. Entre eles, está Marion Bishop (Laurence Fishburne), um assassino de alta periculosidade. Uma estranha ligação entre ele e Marcus Duvall (Gabriel Byrne), membro corrupto da Polícia, faz com que o distrito policial seja atacado por uma gangue que tem ordens para acabar com qualquer indício de Bishop.

Dessa forma, o grupo formado por bandidos e policiais, comandado por Jake, é obrigado a se juntar para a própria proteção. O clima de tensão expõe os estereótipos e fragilidades dos personagens: Roenick age instintivamente e precisa de pílulas para controlar seu estado emocional; Bishop é de uma frieza inigualável; Iris é a ninfomaníaca compulsiva e Brian só pensa na sua proteção. Já os presos não escondem suas fraquezas e só pensam na ação da fuga como única válvula de escape.

A história, roteirizada por James DeMonaco, comete algumas falhas na construção dos personagens - como a inesperada coragem de Alex -, mas prende sem grandes reviravoltas mirabolantes. Talvez a pergunta que o espectador deve fazer ao final da projeção é: acabaram as idéias originais em Hollywood? A única solução que lhes restam é apelar para remakes? Os produtores parecem não perder oportunidades de resgatar bem sucedidas produções para faturar mais alguns "trocados de milhões". De qualquer modo, esta versão de Assalto à 13ª DP agrada e é bem dirigda pelo diretor Jean-François Richet sem manchar a qualidade do original.

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AS LOUCURAS DE DICK E JANE - 2005 - DUBLADO

Depois de protagonizar produções sérias (Brilho Eterno de Uma Mente Sem Lembranças) e de comédias infantis cheias de estilo (Desventuras em Série), eis que Jim Carrey volta ao tipo de produção que lhe trouxe fama: comédias escrachadas, repletas de humor físico. Sua atuação em As Loucuras de Dick e Jane remete às de filmes como O Mentiroso e Ace Ventura, marcando a "volta" de Carrey nesse terreno da comédia cheia de caretas.

Refilmagem de Adivinhe Quem Vem para Roubar (1977), As Loucuras de Dick e Jane é uma comédia na qual o casal Dick (Jim Carrey) e Jane Harper (Téa Leoni) do título resolve apelar para o crime quando a empresa onde o patriarca trabalha entra em falência de repente graças a trapaças de seu presidente, vivido por Alec Baldwin. Desempregados, sem móveis em casa, ou mesmo gramas no jardim, os Harpers se vêem sem saída. Armados com a pistola d'água do filho pequeno, resolvem assaltar lanchonetes e mercadinhos para conseguir recuperar o que tinham. Pelo menos uma parte. Afinal, como diz o próprio Dick, eles não conseguiram nada seguindo as regras. Então é melhor quebrá-las de vez. Em países como o Brasil, esse tipo de atitude cria grandes chefes do tráfico ou presidiários que dividem celas com outras centenas de pessoas que também apelaram para o crime quando o desemprego gritou. Mas, aqui, o desfecho não é o mesmo. Hollywood, meu bem.

A contextualização da inserção do casal Harper na vida dos trambiques é muito bem feita e atual. Afinal, numa economia moderna, baseada na especulação de ações, a quebra repentina da empresa onde Dick trabalha não é real, mas plausível. O problema acontece quando os dois são inseridos no mundo do crime. Tudo acontece de forma exagerada demais, culpa, também, da escolha dos protagonistas. Se Jim Carrey já tem esse humor caricatual, a atuação de Téa Leoni é sempre, no mínimo, histérica. Por isso, o que temos aqui é uma comédia irregular que pende para o histerismo de ambos os protagonistas.

Mesmo assim, As Loucuras de Dick e Jane consegue cumprir a função de divertir sem compromisso. Mas uma coisa não podemos afirmar: não se trata de uma atuação contida dos protagonistas. Bem, acho que pedir uma atuação contida de Téa Leoni é algo impossível. Pelo menos eu ainda não vi algo do gênero. O que não é ruim, neste caso, pois trata-se de uma comédia propositalmente escandalosa. Se Cameron Diaz tivesse incorporado Jane, como eram os planos iniciais da produção, o resultado seria completamente diferente. Para melhor? Não sei. Fato é que a comédia histérica é algo que tanto Téa quanto Carrey sabem fazer muito bem. Aqui, inclusive, o ator prova que as rugas a mais em seu rosto não significam que ele perdeu a forma no humor físico, muito pelo contrário. Mesmo assim, vale um aviso do tipo: "crianças, não façam isso em casa".

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A Casa de Cera (2005) Dublado 1080p

Os produtores de Hollywood seguem realizando uma overdose de refilmagens. Provavelmente para encobrir a crise criativa que teima em permanecer em seus estúdios, estão fazendo de tudo para dar aquela caprichada nos efeitos especiais. Fruto direcionado para os fãs de terror adolescente, A Casa de Cera, remake de 1953, deve agradar aos aficcionados do gênero. Os irmãos roteiristas Chad e Carey Hayes mudaram bastante a estrutura principal do longa original, deixando o enredo mais teen.

Seis adolescentes resolvem acampar à noite a caminho da final do Campeonato Universitário de Futebol Americano. São eles: Carly Jones (Elisha Cuthbert, da série 24 Horas), seu irmão Nick (Chad Michel Murray, da série One Tree Hill), seu namorado Wade (Jared Padalecki), o casalzinho Paige (a milionária Paris Hilton) e Blake (Robert Richard), além de Dalton (Jon Abrahams). Até aqui, nenhuma novidade em relação a outras produções do gênero. O que era pra ser um programa divertido, com as tradicionais cenas de jovens enchendo a cara, fazendo piadas e namorando dentro das barracas, vira um pesadelo. Tudo começa quando um misterioso motorista de caminhão invade o local onde eles estão acampados. No dia seguinte, eles encontram um dos carros danificado, impedindo de irem juntos à partida de futebol.

Carly e Wade saem em busca da cidade mais próxima para fazer a devida manutenção. Ao chegarem, a encontram praticamente abandonada. A única alma viva a prestar auxílio é Vicent (Brian Van Holt). Entre os atrativos do local, o casal encontra a tal casa de cera do título, repleta de bonecos esteticamente perfeitos e realistas. Não demoram muito para descobrir que toda a cidade é habitada somente por réplicas assim.

Eficaz no que se propõe a fazer, A Casa de Cera prende bastante a atenção, oferece uma generosa dose de suspense e assassinatos demasiadamente violentos, surpreendendo a quem for assistir ao filme com um pé atrás (como eu). A partir da metade, trata-se de uma verdadeira chuva de cera e sangue.

O diretor estreante Jaume Collet-Serra conduz bem os momentos de clímax, como as cenas do assassino perseguindo os jovens ou quando a Casa de Cera começa a ser derretida. De qualquer modo - com o objetivo de atrair mais jovens, talvez -, A Casa de Cera tenta "tirar algo a mais" de seu elenco além do talento: há sempre um jeito de colocar Paris Hilton em uma cena mais picante (como quando ela faz strip-tease) ou Elisha Cuthbert - que segura bem a condição de protagonista - com camisetas colantes, sem sutiã.

A Casa de Cera fica acima da média se comparado a recentes produções do gênero, como Pânico na Floresta (2003) e O Massacre da Serra Elétrica (2003). O trabalho de desenho e plástica dos bonecos é muito cuidadoso e realista. Além disso, o filme vale por rebuscar um bom argumento, tendo na original construção de seus vilões (e eu não quero estragar nenhuma surpresa aqui) um ponto forte.

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Transamerica (2005) / Legenda / Depositfiles

 Transamérica é um filme marcante, não somente para o espectador, mas para dois envolvidos no projeto, em especial: Duncan Tucker e Felicity Huffman. Tucker, diretor e roteirista do projeto, desponta como uma promessa do cinema contemporâneo em seu primeiro longa-metragem. Já a atriz Felicity Huffman, ganhadora do Globo de Ouro de Melhor Atriz Dramática - entre outros prêmios -, obtém destaque totalmente transformada fisicamente neste papel.

Felicity vive Bree, uma transexual que está prestes a passar pela operação que vai lhe transformar em mulher em definitivo. Afinal, depois de uma série de tratamentos estéticos e hormonais para transformar seu corpo, Bree ainda tem um órgão sexual masculino para lhe lembrar suas origens, as quais pretende esquecer após a intervenção cirúrgica. Mas um telefonema muda tudo: um rapaz liga em sua casa à procura da pessoa que Bree costumava ser antes de passar por essa transformação sexual. O rapaz, no caso, é Toby (Kevin Zegers), fruto da única relação com uma mulher que teve, durante a faculdade. Hoje com 17 anos, o menino, cuja mãe cometeu suicídio alguns anos antes, mora em Nova York e é para lá que Bree viaja para encontrá-lo. Mas não tem coragem de contar quem é realmente.

Ambos querem chegar a Los Angeles: Bree para fazer a cirurgia, Toby para tornar-se ator profissional. Assim, eles partem de Nova York de carro em busca de seus objetivos. A partir deste momento, Transamérica transforma-se num road movie da melhor espécie. São dois personagens extremamente densos juntos nessa jornada. Ambos já têm idéia do que são ou o que pretendem: agora eles querem conhecer um ao outro. Com um humor inteligente, sem apelar para as piadas prontas ou óbvias que poderiam surgir nessa situação, Dunkan Tucker desenvolve de uma maneira sensível os dramas vividos por ambos os personagens.

Transamérica é baseado em personagens fortes, a começar pela própria protagonista. Felicity Huffman constrói uma Bree densa, divertida e extremamente carismática. A atriz, que até agora tinha feito pequenos papéis em filmes como Magnólia (1999) e em seriados de TV, como Frasier, mostra-se no auge de sua forma como atriz pelo trabalho estético e vocal. Também vale destacar a presença de Kevin Zegers que, atuando desde os seis anos, consegue um grande papel no cinema agora, aos 22, mostrando-se um galã em potencial.

O grande mérito de Transamérica é conseguir desenvolver de forma sensível, leve e divertida a história pesada e triste de uma pessoa completamente deslocada não somente dentro da sociedade, mas, especialmente, do seu próprio corpo. Afinal, não há nada pior do que não se aceitar e é em busca disso que os personagens deste delicioso road movie estão.

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Anthony Zimmer - A Caçada - 2005 Legenda

Durante sua viagem de trem com destino a Cote dÁzur, François é abordado por Chiara, uma mulher misteriosa que o convida para passar o fim de semana com ela. Seduzido por sua beleza, ele aceita e acaba apaixonando-se perdidamente. Pouco tempo depois, ele descobre que na verdade ela o está manipulando, fazendo de conta que ele é seu marido, Anthony Zimmer, um homem caçado por assassinos profissionais e perseguido pela polícia. No entanto, mesmo sabendo que Chiara mentiu a respeito das pessoas que estão atrás de ambos, François daria tudo - talvez sua própria vida - para tê-la novamente em seus braços.

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Batalla En El Cielo (2005) Legenda / Depositfiles


Neste filme mexicano, Marcos é um motorista que descobre que uma criança que ele havia seqüestrado morreu. Não sabemos como (mas sabemos que foi por negligência dele), sabemos unicamente que ele está transtornado, e Batalla En El Cielo conta a turbulenta história de dois dias em sua vida: o dia do acidente, e o dia seguinte.

Em Cannes, a polêmica em torno do filme foi imensa. Embora tenha saído sem prêmios, o diretor Carlos Reygadas foi responsável por um dos mais calorosos debates sobre a ética no cinema. Pode-se dizer que o filme é incômodo em dois níveis muito diferentes: o primeiro, sobre o humano inserido no contexto social; e o segundo em relação à sua própria consciência.

Neste primeiro, temos este homem que trabalha há 25 anos para um general rico e sua filha mimada. Sua esposa vende doces e brinquedos na rua, e as perpectivas de qualquer mudança são nulas. Não se trata da miséria, mas de uma vida de classe média baixa na Cidade do México. Ele é obeso, como sua esposa e seu filho, e suas atividades concentram-se em ver televisão e sonhar com a bela filha do patrão.

O retrato da cidade é marcante, e Reygadas tem grande paixão por cenas de trânsito, anônimos que passam pelas ruas, que se empurram no metrô e que ficam em frente à suas casas, parados, observando os outros. Contribuem para esse resultado interessante a fotografia superexposta e o trabalho de som profundamente pesquisado, e que se altera vozes em off, ruídos e silêncio com precisão. O diretor tem grande controle sobre o resultado desejado, e talvez desse controle surja o segundo nível incômodo do filme, o mais questionado.

Este outro lado concentra-se no retrato da crise pessoal. Como mostrar tal trauma na vida de um personagem normalmente apático? Reygadas constrói não só imagens sobre a crise, mas imagens que representem, pela sua própria existência, a crise. Ou seja, esta falência do indivíduo não é só o tema, mas também a forma, a maneira de se filmar.

Por exemplo, o filme abre com uma cena de felação explícita, enquanto vários outros momentos de sexo tomam conta do filme. O protagonista destas cenas é sempre Marcos, e principalmente seu corpo obeso e flácido. Mais do que pelo sexo, o diretor foi acusado do fetichismo dos corpos, e por mostrar planos próximos de vaginas, pênis, barrigas e peles com igual necessidade de chocar, de mostrar o “sujo”, o “podre”. Uma vontade de chocar a qualquer preço.

Todas as instituições entram nessa crise e nessa maneira controversa de filmar. A religião é mostrada como patética, e durante uma cena de sexo a câmera se focaliza num quadro na parede, mais especificamente nos pêlos pubianos dum Jesus Cristo sofredor. A família não existe como unidade, tanto os modelos de família patriarcal como a de adultos liberais fracassam. No caso, tem-se simplesmente pessoas que convivem lado à lado por inércia.

Enfim, não há soluções apresentadas ou segmentos sociais que não sejam criticados ou satirizados. A política, a pátria, os homens, tudo parece desprezível aos olhos de Reygadas. Esta visão nihilista foi o principal fator de debate entre críticos, que se dividiram entre apreciar a ousadia do filme e condenar a opção de desconstruir toda a sociedade, de gritar que “o mundo é uma droga” sem analisar as origens de tal situação. Cabe as olhos do espectador identificar – ou não – a poesia no grito.

 

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O EXORCISMO DE EMILY ROSE (2005) Dublado 1080p

 Alguns trailers enganam. É o caso da prévia de O Exorcismo de Emily Rose, que dá a impressão ao espectador que se trata de um O Exorcista versão 2005. Para o bem ou para o mal, não é isso que ele encontra, mas sim um filme no qual as cenas de tribunal prevalecem. Aqui, mais interessante do que assistir à degradação de uma jovem possivelmente possuída pelo demônio é pensar na questão médica versus a religiosa, o ceticismo contra a fé.

O título parece ser auto-explicativo: trata-se do exorcismo de uma jovem chamada Emily Rose (Jennifer Carpenter). Mas, na verdade, o filme aborda as conseqüências desse processo, principalmente na vida do padre Moore (Tom Wilkinson), condutor do ritual fracassado. Quando a menina de 19 anos morre de falência múltipla dos órgãos após uma série de escoriações no corpo devido à possessão, como acredita o religioso e a família dela, Moore é preso por negligência médica. Afinal, para as autoridades ele foi o culpado da morte da jovem. No banco do réu num julgamento, o padre tenta provar o contrário e, para isso, recebe a ajuda de uma advogada agnóstica, Erin (Laura Linney). Ela, por sua vez, começa a se envolver cada vez mais com a história do religioso.

O grande ponto de O Exorcismo de Emily Rose é abordar essa dicotomia que existe entre as crenças do padre e das autoridades, representadas pelo promotor público Ethan Thomas (Campbell Scott). Para Moore, a menina realmente estava possuída, apesar de dados médicos apontarem para quadros de psicose e epilepsia, sintomas que começam a vir à tona quando ela entra na faculdade. Ao mesmo tempo, por meio de flashbacks, o espectador conhece a história de Emily Rose, presenciando as manifestações aparentemente demoníacas. Estas cenas, sim, são de botar medo. Jennifer Carpenter consegue assustar de forma bastante consistente como a jovem endiabrada. Contorce o rosto e, principalmente, o corpo como uma forma de mostrar que alguns demônios estão tomando conta dela. Mas as comparações com O Exorcista devem terminar por aqui. Afinal, são poucos os momentos de terror em O Exorcismo de Emily Rose. O filme serve melhor como um veículo para que se possa abrir um debate em relação a essa prática que, se era comum há séculos, hoje é considerada atrasada até mesmo pela Igreja católica, principalmente porque esse tipo de ritual quase sempre acaba com a morte da "possuída", como é o caso nesta produção baseada em fatos reais.

Desta forma, caro leitor, não se engane ao esperar um novo O Exorcista. O Exorcismo de Emily Rose está longe de ser comparado ao clássico de 1973, o que não é problema nenhum para a produção assinada por Scott Derrickson. Adulto e complexo, este filme faz com que o espectador pense ao invés de levar sustos.

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Irmãs Avassaladoras (2006)

incesto 7

Incesto 7: Em Nome da Mãe e do Filho (2007) / Depositfiles

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I Got The Biggest Tits! Wet T-shirt Contest 5 (2004)

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For Your Eyes Only (2008)

 Festa do Pijama

Festa do Pijama (2007) / Depositfiles /

Partes 01 / 02 / 03 / 04

  • Scene 1. Yasmin Viana, Peterson Carioca
  • Scene 2. Kethelin, Patricia Kimberly, Dhones Portella, Jorginho, Roge
  • Scene 3. Babalu, Vinny

 

 

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Felinas (2005) Partes 01 / 02 / 03 / 04

BABALU / INÊS VENTURA / SABRINA LINS

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Fartos Naturais e 100% Nacionais (2005)

 

Derretendo de Tesão (2009)

Cinco gostosas bem safadas fazendo de tudo e mais um pouco. É tanto tesão que você vai gozar só de olhar! Logo na primeira cena, Joyce Oliveira gosta mesmo de rebolar seu bundão. Ela pede pro rapaz arrebentar o seu cuzinho e geme sem parar! Mas que safada! Pamela Butt fica ainda mais deliciosa cheia de mel. A loira tem atitude, fala o que quer e dá tudo pro rapaz. Gemendo bem alto, a peituda toma muito leite! É de enlouquecer! Em suas cenas, Gabriela Portiolli e Monique não param de gemer nem um minuto! As gatas chupam tudo, até a última gota de prazer! Ele dá conta: Roge Ferro fode as duas gostosas, Gabriela Portiolli e Monique, e elas ainda pedem mais! Rola de tudo! A sacanagem é boa e a diversão não tem hora pra acabar! A loirona Mel é safada e mostra que sabe dar! Ela não se contenta com um e quer levar porra na cara de dois marmanjos de uma só vez!

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Curve Appeal (2007)

Carnaval 2006

Um Carnaval especial com a famosa Vivi Fernandez só podia ser da Brasileirinhas! A nossa musa loira está irresistível nesse filme! Ela dança, faz strip, provoca, chupa, fode gostoso com o namorado e ainda toma leitinho na boca. Vivi Fernandez pelada e sambando na rola só tem aqui! 

A travesti Bianca Soares mostra cada detalhe do salão e tudo que rola lá dentro, o clima esquenta até demais. A suruba fica completa com Kid Bengala e o pauzudo manda ver no rabo e na buceta das safadas. Monica Mattos, Patricia Kimberly, Sheila Brown, Morgana Dark, Sabrina Lins e outras safadinhas também estão metendo, gemendo e gozando até a orgia acabar. 

São 4 cenas e mais um Making Of exclusivo mostrando tudo o que acontece por trás das câmeras, antes do pau comer de verdade! Morenas perfeitas e loiras gostosas se juntaram para a melhor orgia do Brasil e, claro, só podia ser aqui na Brasileirinhas! 

Elenco: Babalu, Bianca Soares (Travesti) , Ed Júnior , Gabriela Astride , Gizelly Ramalho , Kid Bengala ,Loupan , Monica Mattos , Paloma Sanchez , Patricia Kimberly , Sabrina Lins , Sheila Brown , Vivi Fernandez , Morgana Dark e Agatha Rangel

 

Carnaval 2005

Isso sim que é um Carnaval de verdade, só poderia ser da Brasileirinhas mesmo! Carnaval pornô 2005 com a argentina loiraça ex BBB Antonela fazendo uma surpresa para o público, um ensaio fotográfico pra lá de sensual durante o making of. Ela fica peladinha e pinta o corpo com as cores da bandeira do Brasil, que delícia de homenagem! Enquanto isso a pegação e a folia rolam soltas no salão com as safadinhas: Amanda Gouveia, Érika Dallavechia, Babalu, Monica Mattos, Rita Cadillac, Gabriela Astride, Nicole Gomes e muito mais. Orgia, suruba e sexo grupal no salão, o fato é que a putaria começou e não tem hora para acabar não. Carnaval 2005 e uma fodelança pra lá de gostosa rolando ao som de muito samba.

Elenco: Antonela, Amanda Gouveia, Érika Dallavechia, Babalu, Monica Mattos, Rita Cadillac,Gabriela Astride e Nicole Gomes

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Carinho das Indias (2009)

ABERTURA

Um filme repleto de sedução, danças e, claro, rabos e bucetinhas molhadas. Fabiane Thompson, Nikki Rio, Rafaela Soares, Marcelinha Moraes e a deliciosa Babalu são as indianas mais safadas que você já viu. Nesse filme não existe enrolação, deu mole é pau pra dentro! Marcelinha Moraes é a mais gulosa de todas e quer logo duas picas grossas só para ela, dançando e seduzindo com seu rabo empinado e enorme, depois ela leva pica no cuzinho apertado e na bucetinha gostosa sem reclamar. Essa morena deu trabalho para os marmanjos e só sossegou quando levou porra na cara. Babalu é a dona do melhor rabo, mas antes de ser toda arrombada, ela quer mamar gostoso até o talo. Na hora de botar o pau pra dentro, ela geme sem parar e libera tudo com gosto e sem frescura. Pra aguentar essa morena tem que ser forte! Descubra o que Babalu tem de especial que deixa sua bucetinha ainda mais gostosa. “Carinho das Índias” vai te mostrar que fantasia e putaria das grossas ficam ainda melhores juntos num filme só.

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Busty Beauties: Big Brazilian Boobs (2007)

Babalu/ Ines Ventura / Lorena Aquino / Paulinha (Paula Becker)Valesca Maia

bundudas

Bundudas (2007)

Alessandra Marques / Andressa Hally / Babalu / Walesca Rios
 

bundasgg

Bundas GG (2006)

  • Scene 1. Ines Ventura, Andre Garcia
  • Scene 2. Lorena Aquino, Sandro Aquino
  • Scene 3. Babalu, Dhones Portella
  • Scene 4. Nina Savage, Davi Maya

 

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Breast Seller 5 (2009)

BABALU

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Brazilian Travestis: Babalu e a Boneca (2006)

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Blow Job Perversion (2008)

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Black e White 8 (2004)

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Big Wet Brazilian Asses 3 (2007)

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Bisexual Barebacking 5 (2008)

BABALU

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Big Titty White Girls 2 (2007)

Extras

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Big Tits Curvy Asses 10 (2009)

 

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Big Juicy Tits 3 (2008)

 

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Big Butt Road Trip 3 (2005)

Agatha / Agatha Rangel / Andrea Lyra / Lisa Angel / Babalu / Bia  Brian Pumper / Camilla / Carol / Ludmilla / Max Black / Lisa Cock / Sofia / Wesley / Yuri

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Big Bubble Butt Brazilian Orgy 6 (2005)

Partes 01 / 02

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Big Bubble Butt Brazilian Orgy 5 (2005)

Partes 01 / 02

 

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Big Black Poles in Little White Holes 11 (2005)

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Bem Dotados 11 (2006)

  • Scene 1. Agatha Rangel, Paulo Guina
  • Scene 2. Milly Amorim, Caio Macedo, Kid Bengala
  • Scene 3. Babalu, Vivian Mello, Carlos Bazuca
  • Scene 4. Abigail Fantini, Caio Macedo
  • Scene 5. Carol Baby, William Carioca
  • Scene 6. Mayara Lemos, Caio Macedo

No filme pornô Bem Dotados 11 só entra quem tem mais de 21 centímetros. Os maiores paus da Brasileirinhas estão arrebentando com as bucetas e cuzinhos das gostosas, sexo hard e muito gemido com essas safadas. Cena lesbo com as famosas atrizes pornô Vivian Mello e Babalu e um marmanjo que entrou na brincadeira pra comer a buceta e o cu das duas gostosas. Outras gatas da Brasileirinhas que são devoradas pelos bem-dotados: Milly Amorin, Mayara Lemos, Abigail Fantini, Agatha Joy e a ninfetinha Carol Baby. Cenas de sexo inter-racial, sexo anal, hardcore, dupla penetração e muito gozo na boca. Bem Dotados 11: aqui só entra quem tem mais de 21cm!

 

Bangin White Ass (2008)

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Banana Squeezer (2009)

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Backdoor to Brazil 2 (2005)

 

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Aventuras Carnavalescas de Janaina Paes (2007)

Babalu, Milena santos, Yasmin Viana, Karine Muller, Kethelin, Janaína Paes, Isabela, Andrea Lyra, Christina FonseCa

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Arab Street Hookers 11 (2011)

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Anal Violation 4 (2008)

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Amizade Perfeita (2007)

Babalu / Suzana Rhios

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Anal Pros (2015)

Babalu

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Anal Total 13 (2005) Partes 01 / 02

  • Scene 1. Babalu, Dino Miranda
  • Scene 2. Mayara Rodrigues, Alex Ferraz
  • Scene 3. Fabiane Thompson, Pit Garcia
  • Scene 4. Lisa Angel, Rocky Oliveira
  • Scene 5. Vera Loyola, Alex Ferraz

"Anal Total 13" é um filme da Brasileirinhas só com loiras e, claro, muito sexo anal! Só a Brasileirinhas pra te proporcionar tanto tesão no mesmo filme pornô! A loira mais peituda do pornô fudendo bem gostoso: Babalu chupa e rebola enquanto dá o cu com vontade na sua cena de sexo. Mayara Rodrigues, com os seus peitinhos pequenos e a bunda dura e empinada, brinca e faz sexo anal na beira da piscina. A gata rebola essa bunda gostosa que tem e fica de quatro pro rapaz meter fundo! Fabiane Thompson é conhecida por topar de tudo, inclusive, por fazer muito sexo anal em suas cenas. E dessa vez não será diferente! Essa loira faz caras e bocas para dar o cu! A gostosa dá tudinho para o rapaz, que não tem dó e mete a rola com força na moça. Sexo anal de primeira! Vera Diniz é uma coroa safada que adora uma meteção sem camisinha. Depois de brincar com um plug anal, essa loira dá o cuzinho gostoso na beira da piscina!

Nós, Os Canalhas (1975)

Jece Valadão entrou nos embalos dos thrillers, levando junto a produtora Magnus, que cuidava a pires de leite nos escritórios da Avenida Princesa Isabel. Conseguiu colocar em “Nós, Os Canalhas” (1975) a atmosfera que é a cara do cinema policial brasileiro, encharcada de uma copacabanice universal, ainda que escolha ficar praticamente na base dos estereótipos.

Imaginem a boazuda interesseira (Shirley, Vera Gimenez) seduzindo um malfeitor de terno de panamá (Tatá, Rubens de Falco). Por sua vez, o protagonista José Cláudio (Jece) escapa praticamente incólume de uma chacina, sem a tortura mental (interiorizada) que explode na cabeça de um sobrevivente.

A transformação é física. Jece utiliza o mote da troca de rostos, uma obsessão de folhetim, que o diretor Roberto Pires aproveitou de certa forma em “A Máscara da Traição” (1969).

José Cláudio vai para o hospital, sofre uma cirurgia, a plástica que o deixa com a cara de Jece Valadão. Antes, José Cláudio era interpretado por Celso Faria, que também faz as honras do irmão de José, o Cláudio José. “Nós, Os Canalhas” não se dá ao trabalho de investigar a solidão, os conflitos do pobre coitado depois da tragédia. Nem o coloca numa espiral ensandecida, como era praxe nos exploitations do período.

E, no entanto, feitas estas observações e colocados estes poréns, é preciso que se diga: “Nós, Os Canalhas” mostra as suas cores sem as patrulhas do politicamente correto ou do pragmatismo das vinganças norte-americanas.

Podemos lamber os beiços vendo um José Cláudio soltinho, soltinho. O “galã” manipula questões latinas (como a macheza, a cornice) e dá um jeito de levar vantagem, ainda que escorregue de vez em quando para o paternalismo (ajuda um simpático casal de velhos).

Engraçado que o bom moço não o é sempre, pois dá soco em mulher – que presumidamente gosta, espantada com o golpe. Por sinal, o amigo gay de Shirley assiste ao rebu, histérico, estando aí uma parte suculenta do roteiro, para a qual Jece não atentou.

Shirley incorpora a diva. O amigo, Grace Kelly (Benedito Corsi), fica na posição de escudeiro, amado pela mistress. Percebam que nem tudo são flores. Os dois se precisam, estão juntos, mas não há mar de rosas. Grace Kelly trai por dinheiro, apanha, é perdoado. A certa altura, queimam fumo com Cláudio José (Celso Faria), ouvindo “El Día Que Me Quieras”, enquanto Vera Gimenez se transtorna, vermelha, com os olhos esbugalhados, bem distante do look “mãe da Luciana”, que ostenta nos dias de hoje.

Grace Kelly ainda agarra a cantora decadente Maria Helena (Zélia Hoffman), que os abriga no cafofo. Tenta estrangulá-la dizendo, impotente, ser bailarina (?). Realiza-se como “mulher” através de Shirley e talvez odeie Maria Helena por lhe parecer mais fraca do que a outra. Walter Hugo Khouri arrumaria uma casa na serra, meia dúzia de tapetes persas e faria uns três filmes somente com as duas personagens, Shirley e Grace.

Ex-ator de westerns italianos, Celso Faria não dá o tostão de sua voz. Aparece dublado, o que não era característico em seus mais de cinquenta trabalhos no cinema. Digladia com o irmão José Cláudio, à distância, até cair o pano da revanche de mil séculos. Um tom de tragédia grega, filme de máfia, dramaturgia suburbana, tudo misturado.

Nas praias com clima de sal, sol, céu, sul, a trilha sonora – do compositor Beto Strada – vêm à tona. Segundo a música, o Rio é cidade indolente, uma comunhão de prazeres. Mas logo, logo, uma grávida leva chute na barriga, o bas fond mostra o show “Cinelândia Muito Louca” no Teatro Rival, em que o letreiro avisa: “Não é espetáculo de travesti”. Mastigando o Angu do Gomes, aquele da carrocinha, à merencória luz da lua, “Nós, Os Canalhas” revira na corda bamba, dando todas as piruetas da sublime cafajestice.

“Nós não temos mais nada a perder. Toca pra Prado Júnior!”, é frase que contém uma verdade carioca tremenda. Comessem rollmops na Adega Pérola, fabricariam o ethos perfeito. Jece, o fálico, sabia das coisas, e sua linguagem popular sobrevive ora como cinema curioso, ora como picardia antropológica, varando gerações.

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Especial Xuxa 20 anos

Xuxa estreou na emissora em 1986, com o programa Xou da Xuxa e, desde então, esteve à frente de diversos infantis da emissora. Xuxa 20 Anos destacou os melhores momentos dos programas de Xuxa, suas músicas e outros sucessos, misturando depoimentos, imagens de arquivo e apresentação de números musicais.

O programa teve início com a chegada de crianças a um teatro. Como em um espetáculo, as crianças da plateia assistiam ao especial junto com o telespectador. O show começava narrando um pouco da história de Xuxa: seu nascimento, o apelido que ganhou do irmão, a mudança do Rio Grande do Sul para o Rio de Janeiro e o início da carreira como modelo. Em seguida, o público assistia a cenas que marcaram a trajetória da apresentadora, como a chegada ao estúdio em uma nave espacial e a despedida característica, com “beijinho, beijinho e tchau, tchau”.  

Um bloco do especial foi dedicado ao Xou da Xuxa (1986), o primeiro programa de Xuxa na TV Globo. Paquitas de várias gerações participaram desse bloco. Ao lado da apresentadora, relembraram momentos marcantes dos anos que passaram juntas, como os apelidos de algumas delas: Sorvetão (Andréia Faria), Catu (Ana Paula Guimarães) e Catuxa (Juliana Baroni). As 21 ex-assistentes de palco de Xuxa, ao lado das Irmãs Metralha (Mariana e Roberta Richard), cantaram e dançaram ao som de Ilariê, uma das canções mais famosas de Xuxa.

Outro bloco relembrou o Planeta Xuxa (1997), atração dedicada ao público adolescente com foco nas apresentações de músicos e bandas de sucesso. Essa parte do especial contou com a participação de Ivete Sangalo, que chegou a substituir a apresentadora naquele programa, durante sua licença-maternidade. Relembrando o quadro de maior destaque do Planeta Xuxa, Intimidade, Xuxa entrevistou o humorista Renato Aragão. Em seguida, a apresentadora fez uma entrevista com ela mesma.

Os demais blocos do programa foram dedicados às homenagens e a outros programas comandados por Xuxa. A apresentadora Angélica foi uma das convidadas que prestou sua homenagem à rainha dos baixinhos. As duas assistiram a trechos de programas antigos da Globo nos quais estiveram juntas. Familiares também deram depoimentos sobre a apresentadora.

Um dos momentos marcantes de Xuxa 20 Anos foi a parte em que Sasha, filha de Xuxa, cantou a música Lua de Cristal, outro grande sucesso da carreira da apresentadora. Sasha cantou acompanhada pela mãe e por crianças da Fundação Xuxa Meneghel.

Também participaram do programa os atores-mirins Maria Mariana, Eike Duarte, Bruna Marquezine, Marina Ruy Barbosa, Debby Lagranha, Brunno Abrahão e David Lucas. Juntos, eles cantaram Parabéns para a apresentadora.

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Joãozinho de Carne e Osso (2012)

Pai reúne sua família todas as noites em volta de uma fogueira para contar estórias. Numa dessas noites recebem uma visita inesperada que faz Joãozinho enfrentar seus mais profundos medos.

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NADA FOFA (2008)

Nádia Wolf (Letícia Spiller) nunca consegue levar adiante seus relacionamentos com amigos ou namorados. Quando criança, pediu de presente de Natal um boneco do Pintonildo, seu personagem infantil preferido. Como já tinham comprado outra coisa, seus pais (interpretados por Jorge Fernando e Julia Lemmertz) inventaram desculpas para explicar por que Papai Noel não traria o presente esperado. Até que perderam a paciência e contaram para a menina que Papai Noel não existia, assim como o Coelho da Páscoa, a Fada do Dente ou qualquer outro personagem do imaginário infantil. Perplexa com as descobertas, Nádia desistiu de acreditar em sonhos e se tornou uma mulher antipática, que reprime suas emoções e se diz muito feliz solteira.

O que Nádia não poderia imaginar é que o divertido Pintonildo ressurgisse inesperadamente em sua vida, portando pequenos cartazes em que aconselha Nádia a ser uma pessoa legal. A partir de então, o pinto rosa com tamanho de gente se torna seu companheiro de todas as horas e conselheiro para os mais diversos temas, em especial os do coração. Só ela, no entanto, consegue ver o boneco de espuma.

Ao longo do especial, de tanto ser importunada por Pintonildo, Nádia Wolf age como uma pessoa legal durante uma de suas atuações no tribunal, com a esperança de que, dessa forma, o boneco desapareça de sua vida. Mas ele não está disposto a lhe dar trégua.

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Gaúcho Negro - 1991

O Festival de Música do Rio Grande do Sul é cercado por uma atmosfera de tensão e medo quando ocorrem, pela vizinhança, crimes como roubo de gado e queimadas. Alguns afirmam ter visto a figura do "Gaúcho Negro". Seria ele uma lenda? Um ladrão disfarçado? Um justiceiro? Em meio a estes acontecimentos, o romance entra na vida de do carioca João (Cláudio Méier Heinrich) e a gaúcha Adriana (Letícia Spiller).

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O Pulso (1997)

Diretor: José Pedro Goulart
Elenco: Letícia Spiller, Nico Nicolaiewsky, Werner Schünemann, Zé Adão Barbosa

Um rapaz caminha numa rua do centro da cidade quando, sem qualquer razão aparente, cai, morto para sempre. Não há mais vida. Existem, porém, sentimentos.

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Sonho de Verão - 1990

Um casal, dono de uma imensa e fúnebre mansão, resolve passar um período na Europa, deixando sua filha completamente sozinha e abandonada. No táxi, a caminho do aeroporto, o motorista atento a conversa dos dois, resolve tirar partido da situação. Léo (Sérgio Malandro) vai se hospedar na mansão, dizendo-se sobrinho dos velhinhos, levando a namorada e um casal de amigos. O personagem Léo transforma a desolada casa numa verdadeira colônia de férias! A triste casa fica alegre com a chegada do casal. E para completar a festa, chega um ônibus cheio de jovens, que também se instalam na casa e transformam em alegria aquela funebre casa e conseguem fazer o grande milagre: a filha do casal sorrir. Um filme repleto de música, alegria e gente bonita.

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Lua de Cristal (1990) / DVD-r

As produções estreladas e produzidas por Xuxa Meneghel podem não ser as mais consideradas do cinema nacional quando nos debruçamos para analisar o esmero da técnica e linguagem cinematográfica. O que se verifica, geralmente, são os altos números de espectadores e a contribuição para uma tentativa de indústria nacional. No geral, os filmes da apresentadora sempre caíram nas mãos de diretores e roteiristas ligados à televisão, então muito da linguagem se aproximava de novelas e seriados, trazendo um produto um tanto superficial e pobre. Um dos raros momentos em que a rainha dos baixinhos conseguiu entregar à sua plateia algo um pouco melhor acabado foi, certamente, em Lua de Cristal.

Muito da qualidade existente no filme se deve à direção precisa da gaúcha Tizuka Yamazaki. Havia alguns anos que a diretora tinha se consolidado com produções como Gaijin: Os Caminhos da Liberdade (1980), premiado em Cannes e Gramado, e Parahyba Mulher Macho (1983). Existem sim alguns deslizes aqui e acolá na produção, problemas que um bom roteirista e ou um continuísta mais atento poderiam ter solucionado, porém, de forma geral, Lua de Cristal ainda é uma obra da qual Xuxa pode ter orgulho de integrar sua filmografia. Afinal, a produção funciona, mesmo que pareça atualmente datada e exageradamente musical. Ainda consegue ser nostálgica para quem foi criança nas décadas de 1980 e 1990.

A performance de Xuxa como Maria da Graça realmente não é das melhores, mas como a loira nunca se vendeu como atriz, é compreensível que este seja apenas mais um veículo da grande máquina e marca que ela construiu na época. Na história, a acompanhamos partindo do interior para a grande capital, o Rio de Janeiro, com um sonho em mente: estudar música e cantar. Hospedando-se no apartamento da sua tia Zuleika, no bairro do Flamengo, a ingênua mocinha nem imagina a decadência em que sua tia e primos se encontram e toda a maldade que se esconde por ali.

Logo a recém chegada vira a serviçal de seus preguiçosos e odiáveis familiares. E assim a história ganha os contornos já esperados de gata borralheira: a protagonista consegue um teste para uma aula de canto, os parentes se tornam obstáculos, surge um “princípe” que mais parece bobo da corte (Sérgio Mallandro) e bom, a história se resolverá da forma mais óbvia e moralista. Não é novidade, já que o intuito é que o filme sirva às grandes plateias e dentro das expectativas – limitadas – de Xuxa. Lua de Cristal tem bons momentos e, por mais cômico que pareça, a dupla de protagonistas possuem certa química. Marilu Bueno entrega uma tia Zuleika deliciosamente maluca e caricata, uma mistura de vilã da Disney com um pouco de Bette Davis.

O que incomoda em alguns momentos é certa breguice imposta à protagonista, que fica falando sozinha ou com as plantas. Mesmo que isso seja justificável pela ingenuidade e origem interiorana de Maria, se torna incômodo e subestima o público com um didatismo desnecessário. Mas isso não tirou de Lua de Cristal a capacidade de se tornar um dos maiores sucessos comerciais do país. Lançado em junho de 1990, alcançou a incrível marca de 5 milhões de espectadores, ganhando assim o título de filme mais visto daquele ano e certamente um guilty pleasure de toda uma geração.

 

Xuxa e os Duendes 2: No Caminho das Fadas (2002)

Kira, a botânica que é também filha de duendes, precisa combater a poderosa bruxa má Algaz e as bruxas. Para combatê-la, Kira terá a ajuda de Epifânia, a bruxa do bem, do elfo Dafnis e ainda da Rainha Dara, a fada mãe. Kira vai ao castelo das bruxas e Ana solta uma lagrima de amor que acaba com a maldição das bruxas, que seria transformar em pedra todos os coraçoes apaixonados, na proxima lua cheia. Kira consegue entrar no castelo das bruxas junto com os seus amigos, e prende a bruxa Algaz no espelho, e a deixa la para sempre. No final, Kira e Rafael se casam e tem um filho. Na última cena, aparece uma bruxa (Susana Vieira) dizendo que a história não acaba assim e começa a rir, dando sentido que teria uma continuação.

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XUXA EM SONHO DE MENINA (2007)

 Desde que Xuxa Menegel assumiu o posto de Rainha dos Baixinhos, as férias escolares são contempladas com um filme da loira e, para não deixar as crianças decepcionadas, estréia Xuxa em Sonho de Menina, de Rudi Lagemann (Anjos Do Sol).

Na trama, Xuxa invade as telas no papel de Kika, professora de matemática de uma pacata cidade do interior que sonha em ser atriz. Quando sabe de um teste no Rio de Janeiro, corre para a rodoviária. Na correria, perde a carteira e briga com sua amiga Lara (Alice Borges, de Xuxa Requebra). Uma simpática vovó (Dirce Migliaccio, de Sem Controle) decide ajudá-la e a convida para embarcar no Stromboli, ônibus que leva sua neta (Raquel Bonfante) e mais seis crianças para uma prova de Matemática na cidade. Antes da partida, adormece e tem um longo sonho repleto de confusões. Entre eles, a polícia está em busca de seu paradeiro. Assustada e sem ter onde se esconder, aceita um bolinho mágico dado pela senhora. Kika volta a ser criança e perde o medo de buscar seus desejos.

A história é uma continuação de Lua de Cristal, seguindo com a mensagem de realizar os sonhos, mas agora a apresentadora quer dar um novo aprendizado aos "baixinhos": querer, poder e conseguir. É a fórmula do sucesso. Ou, pelo menos, do sucesso dela. O filme tem um tom autobiográfico, com histórias do passado de Xuxa, temperadas com ficção. Na história do longa-metragem, desenvolvido em meio a questões ecológicas e passeatas em defesa da natureza, ela se apaixona pelo ambientalista Ricardo, vivido pelo ator e modelo Carlos Casagrande. Com poucas falas e sem muitas aparições na tela, ele faz o papel do mocinho, o sempre presente príncipe do filmes da loira.

Para compensar, Letícia Botelho, que faz o papel de Xuxa durante a infância, atua muito bem. A menina, que já trabalhou em Fica Comigo Esta Noite, tem um jeito meigo e doce que encanta. Outro destaque é Maria Clara David, a Glorinha. Toda vestida de rosa, com as meninas Thayane (Gabrielly Nunes) e Vanessa (Isabela Cunha) na sua cola, é uma autêntica patricinha.

Dessa vez, sem os cantores encontrados nas produções anteriores da apresentadora, Xuxa em Sonho de Menina causa até estranhamento. Não espere encontrar Daniel, Vinny (ambos de Xuxa Requebra), KLB ou Leonardo (de Popstar) na trama. Só há uma música, cantada por ela mesma, com direito a chuva de balões no fim do filme.

Xuxa em Sonho de Menina apresenta uma mudança em relação aos filmes anteriores da apresentadora: esta é a primeira vez que a Conspiração Filmes (de 2 Filhos de Francisco - A História de Zezé di Camargo e Luciano e Casa de Areia, entre outros) produz um longa da loira. E, para a direção, foi escolhido o premiado cineasta gaúcho Rudi Lagemann, cuja estréia em longas-metragens ocorreu em 2006, com Anjos do Sol, drama que foca a prostituição infantil.

O que poderia sinalizar uma mudança de estilo numa produção protagonizada por Xuxa acaba não se realizando, pois Xuxa em Sonho de Menina mantém as características de seus filmes anteriores. Tirando os cantores e o vasto elenco global que não são encontrados nessa produção, é seguido o padrão das anteriores: aventura, um romance de leve, crianças e um vilão medonho.

Se você é fã da rainha, aproveite e não deixe de assistir. Caso contrário, não será desta vez que passará a apreciá-la.

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O Gerente - 2011

Um respeitável senhor, gerente de banco, de cabelos curtos e grisalhos, um “fino” bigode é o perfeito símbolo do homem da elite. Um senhor admirável, diga-se de passagem, figura que não apenas carrega e recebe o reconhecimento de sucesso em seu trabalho, mas também com as mulheres, suas poesias, seduções que descartam sua figura e o torna em um galante e jovem apenas pelo poder de suas palavras, de seu beijo. Contudo, há nesse velho e admirável senhor, característica enfadonha e peculiar que acaba por interromper seu encontro com qualquer dama. Nos primeiros gestos, quando a bela senhora – entenda bem, senhora e não senhorita – estendem as mãos, ao invés de beija-las, simplesmente abocanha, as morde.

Saraceni, primeiramente, faz da obra de Carlos Drummond de Andrade um ritual de gêneros. Trata-se de um domínio poucas vezes visto no cinema nacional, apesar de ser categorizado unicamente como uma história “dramática”, pouco há de fato momentos que se focam unicamente em uma estrutura concreta. Desse modo, não existe imposições, estamos em um campo de pleno domínio de seu diretor, enquanto podemos livre e abertamente soltar gargalhadas, podemos sentir a angústia, a ternura e a tragédia peculiar que se desenvolve gradativamente durante o filme.

A narrativa de O Gerente(idem, 2011), casada inteiramente com a literatura é também essencialmente cinematográfica. Da narrativa minuciosa, que acompanhamos com Joana Fomm, senhora que observa e nos conta de tudo e a todos, em terceira pessoa, serve de escada para a câmera de Saraceni fluir naturalmente, assumindo posição objetiva/subjetiva a todo momento, quebrando a quarta parede a qualquer hora e qualquer instante para falar diretamente com o espectador, desconstruindo toda áurea tensa e tornando a narrativa de maneira despretensiosa, com diálogos formais que debocham (no bom sentido) de si mesma.

Aliás, é o cinema principalmente dos assuntos que Saraceni movem em sua linguagem fílmica em O Gerente. Sempre estamos em contato com o próprio, desde as citações (com direito a curtos trechos) de Chaplin até do cinema-novo – que se prova ser mais “novo” ainda com o passar dos anos -. Temos aí então, não somente um filme que desconstrói a lógica do que o espectador está acostumado a ver, mas também que assume sua posição constantemente enquanto obra cinematográfica, cujo conhecimento pertence ao admirável e invejável gerente de banco, o senhor Samuel (Ney Latorraca).

A atuação de Ney Latorraca inclusive é uma das principais responsáveis por essa dualidade e dilema criado por Saraceni. É Ney quem transforma naquele formoso homem, elegante, honrado em um pobre poeta marginal que em pouco tempo depois se vê se consumido por seu próprio vício/mania que cai na tentação do amor. Saraceni da vida ao nosso banqueiro junto com Ney Latorraca, transformando  seu drama em comédia, sua comédia em tragédia, sua tragédia em romance. Afinal, não é disso que é feito o cinema?

 

O Inventor de Sonhos - 2012

Há quem faça cara feia para a utilização da narração em off, ou voz off, no cinema. Para estes, filmes têm de contar suas histórias exclusivamente por suas imagens. Bobagem purista. O voz off é um recurso narrativo válido que, se bem utilizado, pode amplificar o significado e a força das imagens. De cabeça cito três bons longas que se valeram da fórmula: Os Bons Companheiros, Um Sonho de Liberdade e Amadeus.

Agora vamos de extremo oposto: O Inventor de Sonhos, de Ricardo Nauenberg. O filme chega ao paroxismo da má utilização do voz off. O texto narrado não soma e sim disputa espaço com as imagens, que passam a ter papel secundário. Há não só a redundância entre o que se vê e o que seu ouve, mas também o recurso sendo usado para se explicar o que não se vê nem se entende, cobrindo o caminho esburacado deixado pelo roteiro.

Quem narra sua história é José Trazimundo (Ícaro Silva), filho de uma escrava com um artista francês. O mestiço vive no Brasil do início do século 19, que presencia a chegada da família portuguesa fugida da invasão de Napoleão. O menino sonha em encontrar o pai desaparecido e a chegada da corte reacende suas esperanças - as poucas informações que tem dão conta de que o pai trabalhava para a nobreza. Não o acha, mas faz um amigo, Luis Bernardo (Miguel Thiré), filho de um duque que integra a comitiva do rei. A amizade é abalada quando passam a disputar o amor da mesma mulher (Sheron Menezes).

O Inventor de Sonhos, nota-se logo, é um filme de contrastes. Filmado na cidade histórica de em Paraty, tem elogiável trabalho de direção de arte que faz reconstituição de época detalhista e convincente. Conta ainda com efeitos especiais que ajudam a recriar a efervescência do Rio de Janeiro da época por meio de panorâmicas aéreas da cidade. Pena, no entanto, que o trabalho perca seu efeito pela repetição exaustiva. Vez por outra entra a tomada da cidade vista de cima, sem necessidade, como que a reafirmar: "Olha o que nossa turma da computação gráfica foi capaz de fazer".

O elenco é apinhado de atores tarimbados. Estão lá Luiz Carlos Vasconcelos, Ricardo Blat, Roberto Bonfim, Sérgio Mamberti, Emílio Orciollo Netto, entre outros. Nenhum deles, no entanto, consegue desenvolver a contento seus personagens. O filme é anêmico em diálogos e situações que permitam ao público perceber as dimensões psicológicas dos protagonistas. Preguiçosamente tudo é levado a toque de caixa e explicado pressurosamente pela narração em off.

Há muitos outros excessos, como as firulas modernosas de edição e movimentos de câmera excessivos. Recorrentemente, por exemplo, corta-se de plano aberto para fechado (com fotografia granulada) e depois volta-se ao aberto com textura de imagem normal. O porquê disso? Sabe-se lá. Nada acrescenta à trama, nada modifica nas impressões do espectador. A trilha sonora incidental, por sua vez, é excessiva, onipresente e faz sua parte no espetáculo paralelo de exageros e escassez desse legítimo filme-pantomima.

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O Sexomaníaco (1976)  Senha: cinebra

Os maridos dobram a vigilância sobre suas mulheres pois o maníaco sexual Severino Barba de Bode foge do manicômio judiciário onde estava preso por ter atacado Norminha, esposa do doutor Cornélio Valença. Severino volta ao seu método de ataque: prende o marido num armário e ataca a esposa. O casal Ferrão e Sandra coloca em prática um plano amoroso para, caso sejam descobertos, culpar o tarado.


 

O declínio da indústria pornô

O mercado de filmes eróticos tenta se reinventar em um mundo no qual a pornografia gratuita está cada vez mais disponível na internet e os vídeos amadores fazem sucesso

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GUINADA
Bruna Ferraz atuou em cerca de 30 filmes eróticos, mas, com
a crise do mercado, voltou a focar sua carreira no striptease

Quando Bruna Ferraz, 30 anos, se mudou de Porto Alegre (RS) para a capital paulista, em 2005, seu objetivo era fazer carreira como stripper. Não passou muito tempo e vieram os convites para participar de filmes eróticos. “O dinheiro era bom, mais de R$ 10 mil por cena”, diz a morena, que estreou nas telas com “Garotas da Web”. Três dezenas de filmes depois, Bruna voltou a focar sua atuação no striptease, já que a oferta de trabalho em filmes eróticos é cada vez mais escassa e poucas cenas são filmadas anualmente. Não que isso represente uma fuga de consumidores. Pesquisa realizada a partir de dados fornecidos pelo Google por uma empresa americana de tecnologia da informação diz que 30% de todo o tráfego na internet é baseado na visualização de conteúdos pornográficos. O problema é que a maior parte desse conteúdo vem de vídeos amadores disponibilizados de forma gratuita em sites como o YouPorn, equivalente erótico do YouTube, que conta com mais de quatro bilhões de visualizações mensais. Esse cenário, em que a pornografia é oferecida de graça, levou à falência inúmeras produtoras do País, incluindo a Buttman que durante anos disputou a liderança do mercado com a Brasileirinhas, uma das poucas que continuam atuantes, apesar de ter desacelerado a produção.

Os vídeos caseiros tiveram tanta aceitação no mercado que o Sextreme, canal adulto de tevê a cabo, detectou um aumento de quase 80% dos seus assinantes depois que passou a focar a programação em pornô amador. Diante desse novo quadro, a Brasileirinhas conseguiu se manter no mercado a partir da oferta, na internet, de vídeos que imitam a estética amadora. “Algumas pessoas preferem pagar uma pequena quantia para ter acesso à pornografia do que se arriscar a assistir vídeos gratuitos e ter seu computador invadido por vírus. Afinal, nada é efetivamente de graça”, explica Clayton Nunes, diretor da Brasileirinhas. Apesar do sucesso na internet, a produtora fatura hoje apenas metade do que lucrava há cinco anos (leia quadro) e isso se reflete também em seus filmes. “O que eu fazia era cinema de qualidade. Tinha cenografia, estudo de figurino, preparação de atores, tudo. Hoje, não tem mais dinheiro para nada disso”, afirma Kim Melo, que foi produtor de dezenas de filmes na Brasileirinhas, cargo que abandonou há quatro anos. Para reverter o quadro, a empresa se prepara para investir em um novo nicho de mercado, os reality shows. Ela está gravando os pilotos de um programa que deve ir ao ar ainda neste ano em um canal por assinatura. O roteiro vai consistir em duas mulheres disputando votos dos telespectadores para ganhar o prêmio final, a participação em um filme pornográfico, que também terá seus bastidores devidamente televisionados ao vivo.

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"Nos áureos tempos, ganhava R$ 5 mil por cena. Hoje,
o valor dos cachês não chega nem perto disso"

Rogê Ferro, 40 anos, ex-ator pornô

Enquanto a indústria procura uma fórmula para sobreviver, alguns dos seus antigos personagens buscam novos caminhos. É o caso de Rogê Ferro, 40 anos, que atuou em mais de duas mil cenas de sexo explícito durante 14 anos e há cinco meses anunciou sua saída oficial do mercado. “Quando fui convidado para filmar a primeira cena me ofereceram R$ 1 mil, o que na época era o equivalente a todo o salário que eu ganhava em um mês como vendedor. Dei a cara a tapa porque valia a pena”, diz Ferro, que garante ter ganhado, nos áureos tempos, R$ 5 mil por cena. “Hoje, o valor dos cachês não chega nem perto disso.” Atualmente ele trabalha como modelo e está preparando sua cinebiografia, que já tem roteiro pronto, ator sendo sondado para interpretá-lo e até nome – “Hardcore: Passando por Cima”.

Muitos popstars da indústria pornográfica nacional têm seguido o mesmo caminho de Ferro e enveredado por outros mercados. “Dificilmente os profissionais atuavam exclusivamente em filmes pornográficos, então o que tem acontecido é que eles estão reforçando sua atuação em outros ramos, como modelos, cinegrafistas de casamentos ou strippers”, afirma a antropóloga Maria Elvira Díaz Benítez, pesquisadora do Núcleo de Estudos de Gênero Pagu, da Unicamp, e autora de “Nas Redes do Sexo – os Bastidores do Pornô Brasileiro”. Apesar da inegável crise, a pesquisadora diz que o Brasil deve se manter como um polo mundial de filmes eróticos. “A indústria vai se reinventar”, diz. Nuno César Abreu, professor do programa de pós-graduação em multimeios do Instituto de Artes da Unicamp e autor do livro “O Olhar Pornô”, diz que o cyberporn só demonstra a imensa capacidade da indústria pornográfica de tomar a forma que as inovações tecnológicas proporcionarem. “Já imaginou pornografia em 3D?”

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MINHA SECRETÁRIA BRASILEIRA (DUBLADO) – 1942

Estrela de teatro, Vicky Lane (Betty Grable), acreditando ser traída, rompe relacionamento com o seu parceiro e namorado Dan Christy ( John Payne) e segue para um resort nas Montanhas Rochosas canadenses. Querendo reconquistá-la, Christy terá a ajuda de Rosita Murphy (Carmen Miranda), sua recém-contratada secretária brasileira.

VOANDO PARA O RIO (LEGENDADO) – 1933

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Parte 01: VOANDO PARA O RIO
Parte 02: VOANDO PARA O RIO
Parte 03: VOANDO PARA O RIO
 Parte 04: VOANDO PARA O RIO
 

Roger Bond é aviador e líder da banda Yankee Clippers, em Miami. Quando ele se apaixona pela brasileira Belinha de Resende e sua banda é contratada para a inauguração do Hotel Atlântico no Rio de Janeiro, ele convida Belinha para um passeio à sua terra natal e uma série de aventuras terá início.

UMA NOITE NO RIO (1941)

No Rio de Janeiro, o barão Manuel Duarte, um mulherengo, se encontra em sérias dificuldades financeiras. Ele precisa viajar até Buenos Aires para tentar conseguir um empréstimo. Para não haver nenhuma suspeita do que o barão está fazendo, seus sócios contratam como sósia Larry Martin, um ator que é muito parecido com o barão. A baronesa Cecilia Duarte fica sabendo da história e acaba pedindo para que Martin continue se apresentando como seu marido. É então que começam as complicações.